Sacrifícios - 10/09/2011

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Qual seria o sacrifício mais agradável a Deus?

Os bons espíritos nos respondem que é o dos ressentimentos, através da compreensão dilatada da vida e do perdão de todas as ofensas.

Na vida, nos reencontramos com criaturas afinizadas conosco, que nos amam e que amamos também, seres bondosos que nos ajudam a carregar os nossos fardos, mas também nos reencontramos com velhos inimigos de outras vidas, que muito nos feriram e a quem muito prejudicamos também.

Esses tornam-se pedras nos nossos caminhos. Por eles sentimos uma hostilidade gratuita e, à primeira oportunidade, nos ferem, nos agridem com suas palavras, seus conceitos, suas posições de antagonismo assumidas para conosco.

Não nos amam e se puderem nos prejudicam.

E nós, vindos de passado distante, do qual trazemos amores e ódios, nos posicionamos na defensiva e não os aceitamos e nem os perdoamos.

Mas Jesus nos ensinou – “ Se estás fazendo a tua oferta diante do altar e te lembrares que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa ali a tua oferta diante do altar e vai primeiro reconciliar-te com o teu irmão e depois virás fazer a tua oferta”.

E nós que cremos na Reencarnação, nas nossas muitas vidas, nos comprometimentos firmados através dos nossos relacionamentos pela Lei de Causa e Efeito; nós que já espiritualizamos as nossas ofertas a Deus e que sabemos que não existem chantagens com os Bons Espíritos no Plano Espiritual; nós temos o dever de perdoar, de compreender, de aceitar e de buscar a reconciliação com os nossos desafetos, enquanto estamos com eles a caminho na vida material, corrigindo enganos e refazendo laços de afeição.

Isso é o que se espera de um verdadeiro cristão, de um espírita consciente dos seus deveres para com Deus, para com o próximo e para consigo mesmo e que faz todo o esforço possível para transformar-se em um ser muito melhor.

Batuíra

Mensagem psicografada e recebida, na Fraternidade Espírita Cristã Batuíra.

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