Sempre o Amor - 02/04/2011

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Meus filhos, quanto maior for o vosso conhecimento das Leis de Deus e dos Ensinamentos do Senhor Jesus, maior será a vossa responsabilidade perante as vossas vidas e perante as atitudes, as palavras e os pensamentos, com relação aos vossos semelhantes.

O cristão, o espírita têm inscrito na consciência o que é da Lei: “Ama a Deus sobre todas as coisas, de todo o teu coração e de todo o teu entendimento e ao teu próximo, como a ti mesmo”.Aí estão contidos os rumos, a rota segura que devereis seguir.

Como se pode amar a Deus, se não se ama ao próximo? E como amar ao próximo se não nos amamos a nós mesmos?

Ressalva feita, que esse amor a nós mesmos é aquele amor que sabe e que conhece e que nos liberta de vícios e de imperfeições.

É o amor que nos encaminha à perfeição.

Portanto, é preciso que analisemos melhor o que falamos, o que pensamos e como agimos.

Se tivermos amor no coração, enxergaremos o nosso próximo, como um irmão em Deus, que precisa do nosso concurso para prosseguir na jornada. A Deus veremos o Pai Misericordioso e Bom, Criador de todas as coisas e que preside aos acontecimentos e às escolhas que fazemos.

E a nós, mesmos, nos enxergaremos como filhos de Deus em aprendizado e evolução. Saberemos que não somos melhores nem piores que os nossos semelhantes e que precisamos desenvolver hábitos mais saudáveis, mais paciência e tolerância, mais misericórdia e mais humildade, para que, um dia, dóceis e benevolentes possamos fazer parte da comunidade dos homens justos que, honrando a si mesmos, amam ao próximo e a Deus.

Todas essas coisas já sabemos. Por que, então, nos mantermos à margem da caminhada corajosa, rumo à perfeição, mantendo-nos ainda vaidosos e orgulhosos, egoístas e maledicentes, críticos condenadores de pessoas e situações?

Por que não conquistarmos, para o nosso afeto, os nossos semelhantes, com mais carinho, mais generosidade e, sobretudo, com maior compreensão?

Quem sabe se naquele que, hoje, rejeitamos e hostilizamos, se tivéssemos para com ele mais amor, quem sabe não encontraríamos o caminho que nos levasse, mais depressa, até Jesus?

Por que não nos dispomos a servir e ajudar nem mesmo aos nossos familiares, quando necessitam, porque precisamos, para tanto, sacrificar algumas horas de repouso ou de lazer?

Mediante o conhecimento que temos, comecemos escolher ser melhores, mais bondosos, mais simples, mais puros de coração e muito mais amorosos, com certeza, haveríamos de receber muitas bênçãos, sentindo que realmente levamos Jesus, conosco, no coração.

Batuíra

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