Muitos os Chamados

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Meus filhos queridos, o convite de Nosso Senhor Jesus Cristo, se repete todos os dias, para que sejamos bons e vivamos em estado de Amor, em todos os momentos das nossas vidas. Mas parecemo-nos, ainda, com os primeiros convidados para a Festa das Bodas, para o grande banquete que o Rei aparelhou para os seus convidados.

Como eles, muitos de nós temos rejeitado o convite, desacreditando daqueles que Ele nos enviou para chamar-nos às Bodas.

Também, no decorrer da existência fomos os que massacramos os seus enviados, desprezando o Sublime Convite para o Banquete do Rei.

E somos, ainda, aqueles que atendemos ao Divino Convite, mas que, no entanto, não vestimos a túnica adequada à grandeza do Festim.

O banquete continua sendo o Reino de Deus e para participarmos ele, precisamos estar vestidos de pureza da alma, com consciência dos deveres a cumprir e da responsabilidade perante as tarefas da vida.

Se o Amor é o caminho certo, a trilha para que nos possamos reunir aos justos e aos bons, é preciso que atentemos para a necessidade de nos amarmos uns aos outros, tecendo a vestimenta adequada, para que participemos desse Reino de Paz.

Não basta termos a aparência de bons. Precisamos ser bons de verdade!

Não basta sabermos de cor os Preceitos Evangélicos e as santas atuações das almas nobres. Precisamos vivenciá-las na convivência com os nossos semelhantes!

Não basta sabermos que a Caridade, que é o amor em exercício, precisa ser praticada, se não somos pacientes nem tolerantes nem misericordiosos com o nosso próximo.

Não basta termos a aparência do Bem. Precisamos praticá-lo no lar, no trabalho, na sociedade em que vivemos!

Não basta que nos digamos isentos de orgulho e de egoísmo. Precisamos cultivar a humildade da alma e o amor fraternal com todos os que convivem conosco!

Estejamos alertas, para possamos ouvir e aceitar o Divino Convite ao reino dos Céus. Mas estejamos preparados, vestindo as roupagens do Amor Fraterno e da Caridade Pura para que, como na parábola de Jesus, não sejamos atirados às trevas, por desagradar ao Senhor da Festa, Nosso Pai do Céu.

Batuíra

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