Amor Conjugal 25/02/2011

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Se houve um dia uma faísca de amor unindo os vossos corações, ó esposos, o que tendes feito para mantê-la acesa e transformá-la em intensa fogueira de amor mais puro, onde havereis de consumir-vos?

Ah, o egoísmo! Me direis.

Cada um pensa mais em si mesmo do que no outro e busca, sempre, as suas satisfações pessoais.

Ah, a vaidade! Me direis.

Por vezes, a aparência física vale muito mais do que o valor espiritual e um despreza o outro, porque ele não atinge o nível perfeito que o companheiro idealiza.

Ah, os ciúmes! Me direis.

Estes corrompem as relações e desatam as fontes do ódio e do rancor, que jorram tisnando de negro vossos pensamentos,  corrompendo os mais belos sentimentos.

Ah, o orgulho! Me direis.

O julgar-vos superiores ao outro, taxando-o de incapaz de atingir o vosso próprio nível de beleza, de saúde, de inteligência, de posição social.

Ah, a falta de misericórdia! Me direis.

Esquecei-vos de agir com o vosso cônjuge, como desejaríeis que ele agisse para convosco.

Ah, as críticas ferinas e os julgamentos atrozes! Me direis.

Assim agis nas mais simples situações, continuadamente, minando o amor, que um dia existiu tão intenso.

Procurai, meus filhos, cultivar os laços do coração.

Não maltrateis os vossos companheiros da vida, com quem partilhais os compromissos no lar.

Usai de bondade e de mansidão.

Cultivai a pureza no relacionamento conjugal.

Afastai-vos dos caminhos da mentira, da deslealdade e da traição.

Ao olhar o vosso cônjuge, precisais encontrar nele as qualidade que, um dia, vos causaram tanta admiração.

Por certo, que ele ainda as possui. Incentivai-o a ser sempre melhor.

Se não tiverdes boas palavras para dizer, preferível permanecer em silêncio.

Caminhai juntos!

Sede companheiros da vida, partilhando sucessos e amarguras!

E, então, sereis sempre dois a repartir deveres, a educar os vossos filhos e a força do vosso amor haverá de abalar o vosso meio, como exemplo a ser seguido.

E não haverá lei humana ou situação, que vos faça cortar os laços sagrados do amor conjugal.

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