Quando Falta o Amor 30/01/2010

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Meus filhos, Jesus nos recomendou que nos amássemos uns aos outros.

Examinando os problemas graves dos desentendimentos que surgem entre os homens, seja no lar, na vida em sociedade, no trabalho ou aonde for, percebemos que a causa do mal que se instala, de uma simples rusga e um simples mal-querer até às guerras e às lutas fratricidas, em todo o mundo, verificamos que todo o mal advém da falta de amor.

Quando falta paciência, os lares podem desmoronar. Isto é falta de amor.

Quando é escassa a tolerância, as pessoas desentendem-se, chegando às raias da ira e dos desejos de vingança. Isto é falta de amor.

Quando desaparece a misericórdia, os homens julgam e condenam, por mínimas querelas, quando não dão asas à maledicência, que conspurca nomes dignos. Isto é falta de amor.

Quando o egoísmo fala mais alto e o interesse pessoal sobrepuja o bem comum, a sociedade se desintegra. Isto é falta de amor.

Só o amor bem vivido edifica e constrói o bem, a harmonia e a felicidade.

Não percebe, o homem, que ele não é melhor do que os outros, porque é mais sábio ou mais rico ou, ainda, porque tem maior vivência e experiências profissionais e é mais bem situado, socialmente, do que os outros.

Todos marchamos na mesma estrada de evolução e de trabalho, onde tudo fica mais fácil, quando caminhamos junto dos nossos irmãos, aprendendo e ensinando, auxiliando-nos uns aos outros.

Quem caminha só perde-se ou retarda seus passos na busca pelo bem infinito.

Portanto é preciso que estejamos muito atentos a essa vivência de amor em todos os momentos.

Palavras ferinas, gestos hostis, arrogância e autoritarismo nada dizem a nosso favor.

O amor é dócil, generoso e bondoso. Sabe esperar e não espera um retorno pelo que faz.

Que Jesus vos abençoe o entendimento, para que possais mudar o rumo dos nossos passos, na conquista do amor que se doa, se reparte e se multiplica, tornando o mundo muito melhor.

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