Perante os nossos Desafetos 13/03/2010

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Diante da morte que se avizinha e que leva entes queridos ao nosso coração, mister se faz que pensemos na vida. Nas nossas vidas e em como estaremos vivendo. Bem ou Mal?

Envolvidos em disputas e rusgas, construindo muros que nos separam dos nossos semelhantes ou somos semeadores de paz e de concórdia, fazendo com que, à nossa volta, a felicidade brote em todos os corações?

É preciso que observemos o nosso íntimo, analisando o que sentimos, o que falamos e a maneira como agimos.

Fomos colocados entre seres com quem temos grandes afinidades e outros tantos, com quem destoamos ou que destoam do nosso modo de ser e a quem precisamos aprender a amar, a querer bem, numa atitude responsável de respeito e de bondade.

Esses espíritos se encontram no nosso meio. Seja na nossa família ou entre amigos e companheiros das lides do trabalho ou da fé que esposamos.

Discordamos em muitos pontos de vista mas, não precisamos deixar que o rancor e a ira se apossem dos nossos corações.

É preciso entender a posição do outro, intelectualmente, eticamente ou moralmente.

Cada qual responde pelas suas escolhas e a nós cabe apenas ser sempre bons, fazendo sempre o bem.

Muitas vezes, perante esses, que são os nossos desafetos, assumimos uma postura de indiferença e os ignoramos, tirando-os do nosso coração.

E, quando não, envenenamos outras pessoas contra eles, causando-lhes muitos aborrecimentos e decepções.

Isso é vingança. E essa não é uma postura cristã, não é uma postura de quem se diz espírita.

É preciso que nos reconciliemos com todos os que não nos querem bem, enquanto estamos a caminho com eles na vida material.

Que não levemos para o após sepultura desentendimentos, disputas, dissensões, porque não encontraremos paz em nosso caminhos.

“Amai os vossos inimigos”, ensinou-nos Jesus.

Sigamos o Mestre e passemos a ser exemplos de amor, de bondade, de compreensão e de misericórdia, para que sejamos chamados filhos de Deus.

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